terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O titulo nao tem nada a ver

Sabe, tem dias que parece que tudo nos coloca pra baixo. O pai passa a perna no filho, a mãe achando que pode resolver e tem que resolver a vida do filho, e ai do filho se ele tentar seguir a própria vontade ou ter sua própria opinião, ainda mais se for diferente da dos outros. Maldita sociedade que não aceita pessoas com idéias diferentes, ou ate mesmo com alguma idéia na cabeça.
Tem dias em que tudo dá certo, qualquer coisa nos deixa alegre e qualquer coisa que fazemos parece deixar alguém feliz também, mas com certeza hoje não foi este dia. Não me agradei de nada, e falhei nas minhas tentativas de agradar a alguém. Acho que o primeiro exemplo se encaixa melhor no meu dia, (re)descobri que não posso confiar no meu pai, percebi que tenho feito minha mãe sofrer e que nem tenho bem uma família de verdade.
Às vezes tem os momentos de união com um lado da família, e os momentos de profundo repúdio e desprezo pelo outro lado da família.
Nem sei porque as lágrimas estão descendo pelo meu rosto agora, e nem porque estou escrevendo isso aqui! Desabafando com uma pessoa que eu não conheço e que não tem nada a ver com o que tem acontecido comigo, e que talvez nem leia nada do que está escrito aqui.
Um texto me fez lembrar o quanto é importante a união de pessoas do mesmo sangue, e me deixa ainda pior por saber que não posso fazer pela minha, tendo que procurar união nos meus amigos, que eu sei que nem sempre estarão por perto quando eu precisar.
Acho legal quando vejo que mesmo com problemas, algumas pessoas ainda tem o privilégio de ter algum tipo de união na família.

Me desculpe por ter feito você ler isso ( Se é que leu). Mas eu realmente tenho precisado falar um pouco mais de mim, ao invés de ficar disfarçando os meus problemas.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Começo, sem meio e fim!

Como odeio começar texto, e dar titulo ao mesmo! É um saco! Mas tudo tem que ter um começo, coisa alguma começa pela metade. Até mesmo os textos que venham a começar pelo meio, o inicio estará presente. Às vezes fico pensando se algumas pessoas utilizam algum método para iniciarem seus textos. E nem sei por cargas d'agua estou falando disso, nem foi este o assunto que escolhi. Aliás, qual foi o assunto que eu escolhi ?! Porque estou escrevendo mesmo ?! Melhor parar ? Também acho.


Ok, parei!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Morreu!! O mamute morreu!!


Caralho!! Que dia foi aquele ?! Dia confuso pra cacete, o céu estava amarelo, enquanto o sol estava azul e carregado, as águias transportando cachorros e cavalos jogando futebol. Ela então nem se fale, os olhos loiros e os cabelos verdes, as mãos com sapatos azuis e os pés descalços com as unhas vermelhas. A coisa mais linda! Só faltava andar de bananeira. Lembro-me de como eu estava também, um boné transparente, um paletó vermelho, com aquela camisa bege e uma gravata roxa. As calças cor de abóbora, as meias pretas escondendo a barra das calças e os verdes chinelos de dedo, e para completar, brincos de argolas em total harmonia com meus cabelos azuis e meus olhos ruivos. Enfim, estávamos uma belezura.

No parque de gramas amarelas e águas invisíveis, os pentelhos faziam ioga, os velhinhos brincavam de pic-esconde e os anões faziam chá na companhia dos duendes. Aproveitei do encantamento dela e logo lhe dei um beijo no rosto, para demonstrar a imensidão da minha paixão, e então ela retribuiu com um beijo em meu ombro e então o dia se transformou. O céu ficou claro e azul e o Sol amarelo e cintilante, os cabelos se coloriram e os olhos se alteraram, as roupas transformaram e a paisagem modificou. Desde que começamos a amar os dias ficaram estranhos e as pessoas ignorantes, reorganizaram as atividades e o ocaso se inverteu. O mundo estava novinho e as pessoas como um rabugento velhinho.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

A praia














O tempo estava frio, a lua cheia, de tão cheia parecia explodir tanta luminosidade, ofuscada pelo passeio das nuvens pelo céu. Em alguns momentos surgia uma fresta, passando então um feixe de luz, suficiente para iluminar a pureza de sua face e a sensualidade de seu corpo. O bastante para acelerar meus batimentos e anestesiar os meus sentidos.
Nunca havia visto tanta beleza. Seus olhos verdes me hipnotizaram. Estava la, durante longos e prazerosos segundos sendo atraído para aquele universo ao qual eu não tinha nenhum conhecimento. Os cabelos castanhos, caindo por seu seio, deixando nua suas costas e o pescoço a mostra. E eu ali paralisado, olhando seu sorriso como uma criança vendo um desenho na televisão. Admirado com tanta perfeição.
A noite estava terminando e eu ainda imóvel, pensando em como agir, era a chance que eu tinha de ter ela só pra mim. O lugar era perfeito. As ondas quebravam com força e o vento com sutileza balançavam seus cabelos. E foi naquela hora fria e até um pouco sombria que nossos corpos se tocaram e nossos lábios se uniram. Pela primeira vez então, estava amando. Com vontade e desejo, esperando que aquele momento tão magico nunca acabasse.
Estávamos como dois cometas vagando pelo universo, cruzando com estrelas cadentes, atravessando meteoritos e conhecendo constelações. Sem nenhum ruído, passeando pelo infinito.

terça-feira, 31 de julho de 2007

A partida...


Gabriel é um príncipe em busca de sua adorada princesa, aquela que ainda espera por um beijo para partir de um lindo sonho para uma linda realidade. Com seus cabelos lisos e seus olhos negros como um ônix ignora o geral e se concentra no detalhe. Detalhe então responsável pelo descobrimento de seu amor por Heloisa.


E enquanto ela se distrai com bonecas e suas leituras desprezadas pelo seu gato...Gabriel continua a pensar em um modo de chamar para si a atenção de Heloisa, explora diversos universos imaginários e características ainda em mutação, e com tantas explorações descobre o gosto pela mesóclise e a paixão por um teatro que de tão magico consegue quebrantar um coração.


E respondendo por suas indagações sobre sua existência e a resgatando de seu grito de socorro vai conseguindo adentrar nos pensamentos de Heloisa, fazendo com que ela já não de tanta importância a seu gato, que sentido pelo abandono resolve juntar seus pertences e fugir tão de repente.


Agora sem gatos nem cachorros, Heloisa acorda de sua surreal felicidade partindo para viver com aquele que lhe prometeu que a felicidade de verdade.

_-_Lucas Steckelberg_-_



Continuação...


domingo, 29 de julho de 2007

Óh Heloisa!


E enquanto isso, Gabriel acorda a pensar e dorme a sonhar com Heloisa, aquela que não é a sua criadora, mas reflecte parte da sua vida.

E nos seus vários momentos de idealizaçao,tropeça pelas calçadas e esbarra com as pessoas, as quais para ele não possuem nenhuma importância, sequer são percebidas por ele.

Em casa enquanto pensa em Heloisa a comida esfria e seu coração se enche de alegria.

Para ele, nos seus momentos de fantasia, a vida tem outro gosto, até a tristeza vira alegria e a solidão imaginação.

As vezes o sofrimento aparece, mas logo espairece.

E nesse mundo de rimas e poesias, o tempo vai passando e sua paixão aumentando.

E de verdade será feliz no momento em que estiverem se amando.
Lucas Steckelberg
Continuaçao ?!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Descanso do passado


Nada melhor do que sair com pessoas diferentes,mesmo que seja para os mesmos lugares.
Tudo na vida tem uma hora que cansa...até aquele jogo novo que todos falavam que nunca cansariam de jogar,cansa!
Variar de vez em quando é bom,conhecer pessoas novas,falar de outros assuntos,ouvir novas histórias.Enfim,conviver com o novo sem deixar o antigo para trás.
Nesse ultimo ano tenho aprendido a não desprezar tanto as coisas,os lugares e as pessoas... Este ano estou mais aberto ao novo e desconhecido... Chegou a hora de viver!De conhecer!De desfrutar!De renovar.
Renovação!Essa é a palavra que se encaixa perfeitamente neste momento na minha vida...
Isso não é e esta longe de ser um abandono do passado... é apenas uma junção do que foi,do que é,e do que vira...
Estou organizando minha vida. Estou aprendendo a viver!